centro de pesquisa jurídica SÍLVIA MOTA

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Pesquisadora: Professora Sílvia Mota

            *Esta página foi atualizada em 06/02/09*

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Epígrafes famosas sobre "amor"

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"[...] o amor, que a uns turva, aguça a inteligência a outros, relampeja-lhes inspirações, e lhes fulgura no crânio originalidades inesperadas." Senado Federal, DF - RJ. Obras Completas de Rui Barbosa, v. 41, t. 3, 1914, p. 332. Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 16 fev. 2003.

 

"[...] o amor é a identificação, a unidade [...]" Bahia. Obras Completas de Rui Barbosa, v. 8, t. 1, 1881. p. 53. Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 16 fev. 2003.

 

"Aqueles que nos formaram o coração na mocidade, chamavam amor da pátria a essa paixão luminosa e pura, que arde em nós, sem se consumir, como a sarça divina." Rio de Janeiro. Obras Completas de Rui Barbosa, v. 27, t. 6, 1900. p. 97. Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 16 fev. 2003.

 

"Aqueles que amam a sua pátria felizmente se habituam a ver nela o prolongamento, a revivescência, a reprodução contínua do amor de suas mães. Quando, pela última vez, se fecharam os olhos da minha, eles se reabriram para mim sua na suavidade daquelas colinas onde a terra só parece fundir com o céu, num sorriso de eterna primavera. Daí recebi do austero espírito de meu pai as lições de civismo que têm sido até hoje a guia no rumo da minha vida. Ali se fez o meu coração, a minha alma, a minha cultura, tudo aquilo que sou, tudo aquilo de que se forma o espírito de um homem público e com que ele se prepara para as lutas do seu futuro." Supremo Tribunal Federal, DF - RJ. Obras Completas de Rui Barbosa, v. 39, t. 1, 1912. p. 97. Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 16 fev. 2003.

 

"Nada mais natural que o amor da pátria; mas também nada mais confuso, nada mais abusado, nada mais degenerável. Toda a planta quer ao húmus, de que se nutre, ao envoltório aéreo, onde respira, ao pedaço de azul celeste, que lhe sorri e a orvalha. Mas esses rebentos da seiva terrestre não têm paixões, como a planta humana. Esta é, de seu natural, ambiciosa, violenta, agressiva, invasora, absorvente, exclusivista; e todas essas aberrações malévolas facilmente mistura com o patriotismo, que, assim entendido, se parece tanto com o bom amor da pátria como o mal com o bem." Colégio Anchieta, Nova Friburgo, RJ. Obras Completas de Rui Barbosa, v. 30, t. 1, 1903. p. 357. Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 16 fev. 2003.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Texto incluído em: 26 de julho de 2007.

Professora Sílvia Mota.

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