"Todas as
bandeiras são
semelhantes no
seu estofo,
nos seus
matizes, no
seu destino
convencional.
O que as
distingue é a
história, o
caráter, o
vigor moral da
consciência
coletiva que
cada uma delas
representa. A
nossa já se
pode
ensoberbecer
de um passado
lisonjeiro e
inolvidável
nos campos de
batalha. Mas a
bandeira não é
só o emblema
da guerra; é
principalmente
o paládio
augusto da paz
na liberdade.
Sua sombra se
projeta sobre
os lares,
abriga as
instituições e
guarda o
sagrado culto
da Pátria. Não
é, pois, um
símbolo morto:
é uma entidade
viva,
consagrada a
funções
gloriosas: as
de representar
o vínculo
nacional, dar
ao sentimento
da honra comum
uma expressão
a todos os
cidadãos e ser
a signa da
liberdade nos
movimentos
populares. Mas
essa expressão
emblemática
não é
verdadeira,
senão quando
todos os
cidadãos são
livres. Numa
comunidade
cujos membros
abandonaram os
seus direitos,
o estandarte
nacional é a
folha de parra
da nudez da
sua
ignomínia." Teatro
Lírico, RJ.
Obras
Completas de Rui Barbosa, v. 44, t. 2, 1917, p. ñpb.
Fonte: Fundação Casa de
Rui Barbosa, Rio de
Janeiro. Disponível em:
<http://www.casaruibarbosa.gov.br>.
Acesso em: 1 maio 2003.
"Quando um
legião
embrulha a sua
bandeira, a
honra da
submissão nos
legionários
degenera em
vilipêndio."
Teatro São
João da Bahia.
Obras
Completas de
Rui Barbosa, v. 20, t. 1, 1893, p. 26
.
Fonte: Fundação
Casa de Rui Barbosa,
Rio de Janeiro. Disponível
em:
<http://www.casaruibarbosa.gov.br>.
Acesso em: 1 maio 2003.
_______________________________________________________________________________________________________________________________