EPÍGRAFES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO

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*Esta página foi atualizada em 25/09/08*

 
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."[...] o preparo do ambiente é a chave da educação e da cultura real da pessoa humana desde o seu nascimento." Montessori, 1965.

."[...] impõe-se uma medida urgente: a renovação dos métodos de educação e de instrução. Lutar por essa causa é lutar pela regeneração do homem." Sergi, 1880.

."Cultura é equilíbrio intelectual, reflexão crítica, senso de discernimento, aborrecimento frente a qualquer simplificação, a qualquer maniqueísmo, a qualquer parcialidade". Norberto Bobbio, em carta a G.Einaudi, julho de 1968. Disponível em: <http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2004/01/14/001.htm>. Acesso em: 1 maio 2007.

."Ninguém educa a ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si mediatizados pelo mundo." Paulo Freire.

."Cultura é equilíbrio intelectual, reflexão crítica, senso de discernimento, aborrecimento frente a qualquer simplificação, a qualquer maniqueísmo, a qualquer parcialidade". Norberto Bobbio, em carta a G.Einaudi, julho de 1968. Disponível em: <http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2004/01/14/001.htm>. Acesso em: 1 maio 2007.

.“Educar, podemos dizer, significa ajudar a acordar, ajudar a encontrar no próprio ser o ímpeto, a saudade, a vontade de movimentar-se e buscar e descobrir, de crescer, de progredir. E educar significa também aprender a lutar, aprender a intensificar a existência e cumpri-la com decisão e consciência. Educar, basicamente, é ajudar a assumir a vida; é levar o ser a procurar e a aspirar à verdade, a sentir e chamar a luz e a força encobertas nele mesmo; fazê-lo perceber a grandepossibilidade que a vida é, o que com ela recebemos, e aprender, conscientemente, a querê-la, vivê-la, dá-la.” Rolf Gelewski.

."[...] ler não é só caminhar sobre as palavras, e também não é voar sobre as palavras. Ler é reescrever o que estamos lendo. [...] Não devemos nos submeter ao texto, ser submissos diante do texto. A questão é brigar com o texto, apesar de amá-lo [...]" FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e ousadia: cotidiano do professor. Tradução Adriana Lopez. Revisão técnica Lólio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986, p. 15. Prefácio: O sonho do professor sobre a educação libertadora. (Coleção Educação e Comunicação, 18).

."O homem que age multiplica suas forças domina-se e se aperfeiçoa." Montessori, 1965.

"O primeiro ponto de partida das boas finanças é o derramamento do ensino, a cultura extensiva e intensiva da mentalidade nacional. A base de todo o cálculo financeiro está na produção; e a produção é, no sentido mais científico, mais real, mais prático da palavra, é, para nos servirmos da expressão de Horace Mann, "obra da inteligência". Todos abstratamente estão dispostos a render homenagem a esta verdade; mas quase ninguém, neste país, lhe é fiel, ou sequer a compreende. De atestar que a educação é a matriz universal da felicidade humana, qualquer estadista nosso se honraria; mas transportem-se da retórica aos fatos, e verão que a frase não passa de um desses aforismos convencionais de mero aparato decorativo na eloqüência dos oradores, e simples engodo na boca dos políticos, para armarem às simpatias da opinião, a quem são sempre aceitas as causas nobres, os sentimentos generosos. O de que precisamos, é de homens de estado, que se convençam efetivamente de que a suprema necessidade atual da pátria está na criação do ensino. O que falece aos nossos financeiros em geral é esse singelo rudimento da ciência das finanças: que o primeiro elemento de fertilização da terra consiste na fecundação do entendimento do povo; que a produtividade de um país está na razão direta da propagação da ciência entre os seus habitantes; que uma nação será sempre tanto mais pobre, quanto menos difundida se achar nas camadas populares a educação técnica e o saber positivo."

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 9, t. 1, 1882. p. 16
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Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Educação ; Ensino e Finanças ; Finanças e Ensino ; Povo, educação ; País, produtividade ; Mann, Horace

Observações:

Trecho do "Parecer sobre a Reforma do Ensino Secundário e Superior". Não há original no Arquivo da FCRB.

 

"A extinção do déficit não pode resultar senão de um abalo profundamente renovador nas fontes espontâneas da produção. Ora, a produção, como já demonstramos, é um efeito da inteligência: está, por toda a superfície do globo, na razão direta da educação popular. Todas as leis protetoras são ineficazes, para gerar a grandeza econômica do país, todos os melhoramentos materiais são incapazes de determinar a riqueza, se não partirem da educação popular, a mais criadora de todas as forças econômicas, a mais fecunda de todas as medidas financeiras."

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 10, t. 1, 1883. p. 143
.

Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Educação Popular ; Produção ; Déficit

Observações:

Trecho do "Parecer sobre a Reforma do Ensino Primário e Várias Instituições Complementares da Instrução Pública. Despesas com o Ensino Público". Não há original no Arquivo da FCRB.