EPÍGRAFES SOBRE POBREZA/FOME

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*Esta página foi atualizada em 27/09/08*

 

 

"A pobreza no isolamento resvala à indigência e à fome. Fortalecida, porém, pela mutuação de esforços e meios, eleva-se até à abastança e ao conforto. Vinte organizações nacionais não se sustentam com os mesmos recursos que vinte Estados federados em uma só nação."

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 17, t. 1, 1890. p. 168
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Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Pobreza ; Federalismo

Observações:

Trecho do discurso "Organização das Finanças Republicanas". Não há original no Arquivo da FCRB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"A ociosidade, a prodigalidade, a imoralidade geram a pobreza gera o sofrimento; o sofrimento, a virtude; a virtude, a admiração; a admiração, a glória."

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 23, t. 5, 1896. p. 56
.

Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Pobreza ; Sofrimento ; Virtude ; Admiração

Observações:

Trecho do discurso "Resposta a César Zama". Resumo no Arquivo da FCRB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Nasci, é verdade, na pobreza; e tal me honro; porque essa pobreza era a coroa de uma vida, que o amargor dos sacrifícios não deixou frutificar em prosperidade. Mas se disso me desvaneço, não é menor a honra, para mim, de sabido, com o suor de muitas agonias, transformar espinhos em frutos de bênção, fazendo do meu trabalho um manto de respeito para a memória de meu pai."

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 23, t. 5, 1896. p. 61
.

Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Pobreza e Trabalho

Observações:

Trecho do discurso "Resposta a César Zama". Resumo manuscrito no Arquivo da FCRB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Má conselheira é a fome, especialmente para a multidão, em cujo seio há muitos instintos bons, muitas tendências nobres, muitos impulsos desinteressados, mas há também as paixões da ignorância, da indigência, da força. Quando, portanto, a necessidade, que, creio eu, desde que o mundo é mundo, não tem lei, lhe estiver surdamente despertando n'alma esses sentimentos cegos, importa reagir, com certa prudência, no sentido oposto, avivando-lhe esses sentimentos contrários, de abnegação, de paciência, de esperança, de altivez, de fé no trabalho, de ódio à injustiça, tão profundos no povo, mas tantas vezes entibiados, e, entretanto, tão necessários, tão salvadores nesses tempos de provação. [...]"

Obras Completas de Rui Barbosa. 
V. 5, t. 1, 1878. p. 47
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Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.casaruibarbosa.gov.br>. Acesso em: 1 maio 2003.

Descritores:

Fome

Observações:

Trecho do discurso "Liberdade Comercial". Minuta no Arquivo da FCRB.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"[...] perto da indigência estão os que pouco produzem; e a indigência, quase sempre associada a uma degradação mental mais ou menos profunda, não percebe a legitimidade da ordem que a comprime na sua miséria, nem sabe resistir às ameaças da fome, ou aos apertos ingratos de um labor esterilizado pela inaptidão profissional do operário."