Copacabana tem o mar por moldura e a poesia por destino.
Moro em Copacabana. E há, nesse privilégio cotidiano, uma beleza que dispensa explicações.
Seu cognome, Princesinha do Mar, eternizado na canção de Braguinha e Alberto Ribeiro, traduz o encanto de uma praia que transcende a paisagem e se confunde com a própria alma carioca.
Entre o bailado das ondas e as sinuosas calçadas de pedras portuguesas, desfilam amores, encontros, despedidas e sonhos. O mar recolhe confidências; a cidade, em seu ritmo incessante, escreve histórias que nem o tempo consegue apagar.
Copacabana não é apenas beleza contemplada: é memória vivida, emoção que permanece, fascínio que se renova a cada amanhecer.
Princesinha do Mar, majestosa em sua paisagem, eterna na poesia que inspira. 💙
Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2026 — 11h36